segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

10 CDs que eu não aconselho morrer sem tê-los escutado (Lado A)

- - - de Rafael, para o na Vitrine.


1. Back to Black (Amy Winehouse)

Foi com esse CD que a carreira da inglesa Amy Winehouse adquiriu proporção internacional, a partir do frissom causado por Rehab. Não é pra menos: a cantora mostra uma voz poderosa e arrebatadora, uma fusão muito madura de ritmos como o jazz, black music, hip-hop e soul. Imperdível mesmo.

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2. International Velvet (Catatonia)

A banda galesa Catatonia separou-se em 2001, mas deixou um trabalho valioso para o atual noise, sendo uma divisão de marés entre o pop e o indie. A voz rasgada de Cerys Matthews e as letras complexas, repletas de intertextualidade e paralelismos são marcar do estilo.

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3. Roda de Funk (Funk Como le Gusta)

Funk como le Gusta é o protótipo de Big Band que adquiriu maior influência no cenário da música nacional. Acrescentando aos já consagrados soul e jazz a estrutura e a energia dos ritmos latinos, Funk como le Gusta reinvintou o seu próprio conceito de funk muito antes da atual imposição da mídia das levadas correntes nas favelas cariocas. Esse CD conta com a participação de Fernanda Abreu e Sandra de Sá.

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4. The Libertines (The Libertines)

A banda surgiu na virada do milênio, entrando na onda do pós-punk assim como The Strokes, Arctic Monkeys e o já estabelecido The Cure. O CD é um ótimo repositório de baladas e de músicas dançantes, fungindo, no entanto, da superficialidade.

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5. Bloco do Eu Sozinho (Los Hermanos)

Antes de adquirir repercussão nacional, a banda de Marcelo Camelo passou por diversas fases: começou hardcore, tentou flertar com ritmos latinos (daí o nome Los Hermanos), foi se tornando mais doce, romântico e explodiu com o sucesso abrupto do hit Anna Júlia, de seu primeiro CD. Bem, Bloco do Eu Sozinho foi o CD sucessor que veio pra dizer que "Então, galera, Los Hermanos não é bem isso". O lirismo das letras não abandou o repertório da banda. No entanto, o "Bloco..." trouxe um material sonoro de notória riqueza harmônica, um uso acentuado de metais e uma liberdade rítmica inovadora. Considerado por muitos como o início do verdadeiro Los Hermanos, Bloco do Eu Sozinho resume bem o que esses mineiros cariocas têm a oferecer: Euforia e Melancolia em perfeito sincretismo.

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Continua...

5 comentários:

la texana disse...

bah, ventura é melhor. ou, esse do catatonia é o que tem mulder an scully?

Leo|mascaro disse...

não concordo com os 5, mas certamente a Amy e os hermanos estão na minha lista também.

em tempo, os hermanos são cariocas, e não mineiros.

Rafael disse...

Opa! Verdade. Valeu, Leo, já corrigi. =)

A primeira música do International Velvet é Mulder & Scully sim. Esse CD arrasa muito. \o/

E, err, mesmo que eu achasse o Ventura melhor que o "Bloco...", ainda assim ele não tem a importância para banda tão grande quanto o "Bloco..." tem. No máximo, eu diria que é o CD da maturidade da banda, algo assim (mas não é).

la texana disse...

ventura é um dos melhores cds dos ultimos tempos, enquanto bloco é só o segundo melhor cd dos los hermanos, ou seja, muito menos importante. o ventura chega a uma realidade emocional lirica e uma sofisticação musical tão grandes que eu acho dificil de ser alcançadas;

Rafael disse...

eu discordo, mas mesmo assim isso não muda nada. é questão de gosto. eu gosto mais das letras e da sonoridade de um e vc gosta mais do outro.
agora, sem dúvidas, lançar o Bloco foi muito mais corajoso, pelos motivos que eu escrevi aí no post. o Ventura foi só uma questão de dar continuidade.

na Vitrine.