quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Avatar - A Lenda de Aang



- - - de _Renata, para o na Vitrine.






Ah, Avatar...





Primeiramente, o mais importante: Avatar não é anime. Avatar é uma animação americana com o custo de 1 milhão de doláres por episódio (de acordo com meu primo, Felipe Benévolo, formado em comunicação social na UnB) e foi co-criado por Michael Dante DiMartino e Bryan Konietzko com as bençãos dos estúdios da Nickelondeon (o que na minha opinião, teve seu *** salvo por esse dois gênios) e é simplesmente o máximo!

Avatar é a união perfeita do que tem de bom em um cartoon, com o que tem de bom em um anime. Piadas inteligentíssimas, beijos (conta nos dedos quantos animes você já viu com beijos, mas daqueles de verdade, não os selinhos idiotas que Karekano tem), romance, cenas de ação hiper-mega bem feitas, sonoplastia de qualidade e personagens fodásticos.


O Zuko é tudo na minha vida, o Tio Iroh comanda, a Azula é muito louca, o Aang é engraçado, o Sokka é hilário, a Toph é demais (como ela mesma diz), a Katara é de boa, eu adoro a Ty Lee e a Mai e isso é pouco. Enredo e narração viciante, desenrolar dos acontecimentos de não querer levantar da cadeira e enfim... Meu estômago revira só de pensar que eu fiquei de fora de um projeto lindo como esse... É tanto esse tipo de coisa com que eu quero trabalhar...


Eu nem vou falar da história, porque eu quero que vocês vejam por si mesmos. Vale a pena se surpreender.

E sim, o menino tem uma seta azul na cabeça. Eu descobri que muita gente tem preconceito com o desenho por causa disso, mas acreditem a seta é totalmente ignorável e justificável.









Só para constar que eu tive um sorte enorme de conhecer uma hacker da net que colocou toda a 1a e 2a temporada para mim em 4 DVDzinhos. Sou eternamente grata à ela...

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

10 CDs que eu não aconselho morrer sem tê-los escutado (Lado B)

- - - de Rafael, para o na Vitrine.

6. Barulhinho Bom (Marisa Monte)

Devido sua influência, importância e popularidade, Marisa Monte já se tornou um clichê, não levando para o lado pejorativo da coisa. Poucas foram as cantoras nacionais que adquiriram tamanho prestígio. Barulhinho Bom é uma compilação de gravações ao vivo de seus então maiores sucessos, óbvio, e algumas novas músicas de estúdio (dessas, poucas de maior relevância). O set-list do show e, mais importante, os arranjos inéditos fazem desse CD um "imortalizável".

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7. Daqui pro Futuro (Pato Fu)

O último trabalho do Pato Fu, com quê de alternativo por ter sido divulgado e vendido via internet, sem produtora e tudo o mais. De qualquer forma, considero como um dos melhores CDs da banda, não por possuir as melhores músicas, mas por só ter músicas boas.

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8. Le Tango des Gens (Sanseverino)

Um CD de inspiração jazzística, mas com sonoridade muito próxima a das chansons française. Não preciso nem dizer por que eu amo esse cara, né? Com sua voz rouca, seu falar apressado, ele canta na língua dos apaixonados canções cômico-satíricas ou simplesmente inconvenientes. C'est super.

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9. Underground - soundtrack (Goran Bregovic)

Trilha sonora do filme de Emir Kusturica que, para ser sincero, nunca vi. Fiz o download desse CD meio que por acaso, nem sabia o que era e, quando ouvi, foi paixão à primeira vista. Primeiro, pela força da percussão, são músicas bem ritmadas e alegres, mas, principalmente, pela nacionalidade bósnia do compositar Goran Bregovic. Sempre tive uma admiração especial pela música árabe e existe uma grande ligação aqui. Sei que bósnios não são necessariamente árabes, mas existe uma semelhança de culturas porque ambos são grupos étnicos predominantemente mulçumanos (espero que eu não esteja falando besteira). Anyways. Essas aqui são magiares.

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10. Idem (Móveis Coloniais de Acaju)

O estilo desses caras? Bem, eles tomaram a iniciativa e adotaram o termo "feijoada búlgara" para a pergunta. A verdade é que o Móveis Coloniais de Acaju não se resume a um único estilo. Dentre as principais tendências em sua música destacam-se o rock, o ska, algumas levadas de samba, influências de ritmos do leste europeu (como Emir Kusturica & the No Smoking Band), e, ahm, como eu posso dizer?, música de circo. Usando timbres bem abertos de metais em consonância com levadas inconstantes e até mesmo esdrúxulas de bateria, o "Móveis..." vem se destacando e crescendo de forma surpreendente no cenário independente brasiliense, conquistando já fãs por todo o Brasil.

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segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

10 CDs que eu não aconselho morrer sem tê-los escutado (Lado A)

- - - de Rafael, para o na Vitrine.


1. Back to Black (Amy Winehouse)

Foi com esse CD que a carreira da inglesa Amy Winehouse adquiriu proporção internacional, a partir do frissom causado por Rehab. Não é pra menos: a cantora mostra uma voz poderosa e arrebatadora, uma fusão muito madura de ritmos como o jazz, black music, hip-hop e soul. Imperdível mesmo.

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2. International Velvet (Catatonia)

A banda galesa Catatonia separou-se em 2001, mas deixou um trabalho valioso para o atual noise, sendo uma divisão de marés entre o pop e o indie. A voz rasgada de Cerys Matthews e as letras complexas, repletas de intertextualidade e paralelismos são marcar do estilo.

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3. Roda de Funk (Funk Como le Gusta)

Funk como le Gusta é o protótipo de Big Band que adquiriu maior influência no cenário da música nacional. Acrescentando aos já consagrados soul e jazz a estrutura e a energia dos ritmos latinos, Funk como le Gusta reinvintou o seu próprio conceito de funk muito antes da atual imposição da mídia das levadas correntes nas favelas cariocas. Esse CD conta com a participação de Fernanda Abreu e Sandra de Sá.

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4. The Libertines (The Libertines)

A banda surgiu na virada do milênio, entrando na onda do pós-punk assim como The Strokes, Arctic Monkeys e o já estabelecido The Cure. O CD é um ótimo repositório de baladas e de músicas dançantes, fungindo, no entanto, da superficialidade.

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5. Bloco do Eu Sozinho (Los Hermanos)

Antes de adquirir repercussão nacional, a banda de Marcelo Camelo passou por diversas fases: começou hardcore, tentou flertar com ritmos latinos (daí o nome Los Hermanos), foi se tornando mais doce, romântico e explodiu com o sucesso abrupto do hit Anna Júlia, de seu primeiro CD. Bem, Bloco do Eu Sozinho foi o CD sucessor que veio pra dizer que "Então, galera, Los Hermanos não é bem isso". O lirismo das letras não abandou o repertório da banda. No entanto, o "Bloco..." trouxe um material sonoro de notória riqueza harmônica, um uso acentuado de metais e uma liberdade rítmica inovadora. Considerado por muitos como o início do verdadeiro Los Hermanos, Bloco do Eu Sozinho resume bem o que esses mineiros cariocas têm a oferecer: Euforia e Melancolia em perfeito sincretismo.

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Continua...

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Go, Speed Racer, Go Speed Racer, Gooooo!

- - - de _Renata, para o na Vitrine.


Então, apresentar trailers é divertido.




Gostei do casting e da adaptação, com cenários mais coloridos e aposto que Christina Ricci vai deixar a Trixie menos chata. E eu arrepiei toda quando a música tema tocou no início.
Eu adorava o anime quando criança *.*

na Vitrine.