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domingo, 23 de setembro de 2007

Sassaricando, e o Rio Inventou a Marchinha



- - - de _Renata, para o na Vitrine.






Então... Sabem uma coisa que eu detesto? Carnaval.


Sabem outra coisa que eu detesto? O Rio de Janeiro.




Mas, por motivos que nem a ciência explica, eu gostei muito da peça que vos indico.


Trata-se de um musical brasileiro, que apresenta com muito bom gosto as músicas já abandonadas pelas festas atuais (e abomináveis, diga-se de passagem) do carnaval, as marchinhas.




Elas são o tipo de canção que você passar a gostar no momento em que escuta. Desacostumado ou não, você se empolga com o ritmo e a melodia, composta de rimas bem humoradas, cativantes e inteligentes.




Nessa peça participa um roqueiro brasileiro, já não do nosso tempo, mas que minha mãe afirmou com todas as letras que foi o uó da juventude dela. Eduardo Dusek, um coroa simpatíssimo e com muita presença de palco, lidera a apresentação de mais de duas horas.




Porém, o tempo corre contra quem ainda desejar assistir essa peça. O próximo fim-de-semana será o último e eu sugiro que vocês se apressem e estejam postados na frente do teatro da CAIXA Cultural - SBS Quadra 4, lotes 3/4 na quinta-feira 27 de setembro, às uma da tarde, se querem não só um bom lugar, mas um lugar mesmo, porque digamos... está bombando!














Agora eu sei porque Carnaval tem tanta tradição. É porque já foi muito bom!

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Qual é o Seu Pedido?

- - - de Rafael, para o na Vitrine.


No último sábado eu fui, depois de constantes indicações da Leila, assistir à peça “Qual é o Seu Pedido?”. O espetáculo, apresentado pelo grupo “Anônimos S.A.”, se trata de uma apresentação um tanto cômica e imprevisível, por ser formada basicamente por esquetes de improvisação. O nível dos atores é impressionante. Muita criatividade e promessa de risos desmesurados é o que espera quem resolver aproveitar a temporada que vai até o dia 18 de agosto.

É claro que, numa situação dessa, em que os atores tem de arriscar constantemente e pôr em funcionamento o máximo de sua criatividade, muito besteirol pode sair. Mas nada que não esteja dentro dos parâmetros que, aliás, são ditados pela platéia. A qual interage do início ao fim. O cenário é uma espécie de bar e os atores seriam os supostos “garçons” prontos para atender todo e qualquer pedido do público. Para pôr ordem à bagunça, são distribuídos alguns cardápios em que os desafios vêm no lugar dos pratos. E com nomes nada convencionais.

A apresentação é organizada na forma de uma competição. Os cinco garçons são apresentados e a platéia “tira” os times. De um lado os verdes, do outro os laranjas e no meio o ator curinga, que participa atuando em ambas as equipes.

O legal da peça é que, a cada nova apresentação, o resultado é sempre novo. As situações mais que inusitadas prometem. Para aqueles que sempre se queixam da programação morna da capital, está aí um ótimo pedido. Faça o seu.



De 10 a 18 de agosto. Sexta e sábado às 21h. Domingo às 20h. Teatro Nacional Cláudio Santoro - Sala Martins Pena. Censura Livre. Ingressos R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Antecipados: Chilli Beans e bilheteria do Teatro Nacional. Doadores de 1Kg de alimento não perecível pagam meia. Informações: 8111-7868 ou 3325-6240.

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na Vitrine.